Polícia diz ter imagens de filho suspeito de matar professora em Juruti; homem nega crime
Superintendente de Polícia Civil fala sobre caso de professora morta em Juruti A Polícia Civil (PC) continua investigando a morte da professora Lana Angélica...
Superintendente de Polícia Civil fala sobre caso de professora morta em Juruti A Polícia Civil (PC) continua investigando a morte da professora Lana Angélica Sousa Guimarães, de 60 anos, encontrada morta com uma faca cravada no peito, na última segunda-feira (27), em Juruti, no oeste do Pará. O filho, apontado como principal suspeito, prestou depoimento à polícia e negou a autoria do crime. ✅ Siga o canal g1 Santarém e Região no WhatsApp Ao g1 e TV Tapajós, o Superintendente Regional de Polícia Civil, delegado Jardel Guimarães, informou que apesar de ter negado o crime, as investigações apontam o filho como principal suspeito por conta de relatos de testemunhas que o viram entrando e saindo da residência. Professora Lana Guimarães encontrada morta na segunda (27) Redes Sociais Além disso, a Polícia Civil analisa imagens de câmeras de segurança que mostram a presença do suspeito próximo à residência. O delegado Jardel contou ainda que existe a suspeita do filho ter tido uma luta corporal com a vítima antes de matá-la. “Negou a autoria, mas contra ele pesa fortes indícios de que ele seja o autor desse fato. Testemunhas oculares viram o mesmo adentrar e sair no momento do fato. Pesa contra ele também que ele está todo lesionado pelo seu corpo que presume que ele pode ter travado uma luta corporal com a vítima”, contou Jardel. O Superintendente contou ainda que o delegado Wesley Vicente, que comanda as investigações, solicitou à justiça a prisão temporária do suspeito que deverá ser transferido para Santarém como medida de segurança, já que o crime causou muita comoção no município. Relembre O caso aconteceu na noite de segunda (27) quando a professora Lana Angélica Sousa Guimarães, de 60 anos, encontrada morta com uma faca cravada no peito. A vítima foi encontrada por familiares. Além da faca cravada no peito, a professora tinha diversos golpes de faca e um hematoma na cabeça que indica uma possível paulada. Segundo a Polícia Civil, foram desferidos pelo menos 11 golpes na vítima. VÍDEOS: mais vistos do g1 Santarém e Região