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Oeste do Pará concentra maioria dos focos de queimadas do Brasil nas últimas 48h; Uruará e Santarém lideram ranking nacional

Cidades do oeste do Pará aparecem em todas as posições do ranking de focos de incendio do INPE Divulgação O período de estiagem severa continua impactando...

Oeste do Pará concentra maioria dos focos de queimadas do Brasil nas últimas 48h; Uruará e Santarém lideram ranking nacional
Oeste do Pará concentra maioria dos focos de queimadas do Brasil nas últimas 48h; Uruará e Santarém lideram ranking nacional (Foto: Reprodução)

Cidades do oeste do Pará aparecem em todas as posições do ranking de focos de incendio do INPE Divulgação O período de estiagem severa continua impactando os municípios do oeste do Pará. Dados oficiais do Programa Queimadas, mantido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), revelam que as cidades da região concentraram o maior número de focos de queimadas de todo o Brasil no intervalo das últimas 48 horas (entre os dias 24 e 25 de outubro). ✅ Siga o canal g1 Santarém e Região no WhatsApp No ranking nacional de municípios com maior quantidade de registros, as primeiras colocações são ocupadas por cidades do oeste paraense. Uruará lidera a estatística em todo o país, seguida por Santarém, que ocupa a segunda posição nacional em queimadas detectadas via satélite no período. Além dos dois primeiros colocados, o levantamento do INPE destaca a presença expressiva de outros municípios da área de cobertura do g1 Santarém e Região no topo do monitoramento ambiental do Brasil: Uruará: 1º lugar nacional Santarém: 2º lugar nacional Aveiro: 3º lugar nacional Mojuí dos Campos: 4º lugar nacional Placas: 6º lugar nacional Monte Alegre: 7º lugar nacional Prainha: 9º lugar nacional Rurópolis: 10º lugar nacional Incêndios no Pará: região oeste do Estado é a mais afetada pelas queimadas florestais Riscos e Prevenção A alta concentração de focos de calor na região acende o alerta das autoridades ambientais e de saúde pública. O acúmulo de fumaça resultante das queimadas compromete a qualidade do ar, aumentando os riscos de problemas respiratórios na população local, além de gerar severos danos à biodiversidade nativa. Órgãos de proteção ambiental reforçam a orientação para que os moradores evitem a queima de lixo, limpezas de terrenos com uso de fogo e o descarte inadequado de materiais inflamáveis em margens de rodovias, práticas que podem alastrar chamas de grandes proporções em áreas de vegetação seca. VÍDEOS: mais vistos do g1 Santarém e Região