Dois meses após desabamento de casarão, Travessa 13 de Maio segue interditada no centro comercial de Belém
Initial plugin text Dois meses após o desabamento parcial de um prédio, a Travessa 13 de Maio continua interditada para a circulação de veículos no centro ...
Initial plugin text Dois meses após o desabamento parcial de um prédio, a Travessa 13 de Maio continua interditada para a circulação de veículos no centro comercial de Belém. O bloqueio permanece desde 6 de julho e tem alterado a rotina de trabalhadores, comerciantes, motoristas e pedestres que circulam pela área. Segundo a Secretaria Municipal de Segurança, Ordem Pública e Mobilidade (Segbel), ainda são realizados serviços de escoramento e estabilização do imóvel. O trabalho é executado por uma empresa privada contratada pelo proprietário do prédio, responsável pela manutenção e conservação da edificação. Não foi informado prazo para a liberação da via. A Segbel informou que a circulação de veículos somente poderá ser retomada após a conclusão dos serviços e o aval dos órgãos competentes, entre eles o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e o Corpo de Bombeiros, sobre as condições de segurança da edificação. Enquanto a interdição permanece, passageiros de táxis e de carros de aplicativo precisam desembarcar em outros pontos para chegar a estabelecimentos da Travessa 13 de Maio. Mercadorias também são transportadas em carrinhos pelo trecho bloqueado. “Os motoristas de aplicativo, quando vêm deixar passageiros precisam ir até a Avenida Portugal”, relata o taxista Walace Silva. O motorista de aplicativo Airton Oliveira também afirma que o bloqueio tem afetado o trabalho. “Prejudica, sim, muito a gente”, diz. Calçada é usada por motociclistas e pedestres relatam dificuldade A interdição também tem reflexos na circulação de pedestres. No cruzamento da Rua Manoel Barata com a Travessa 13 de Maio, motociclistas foram flagrados passando pelo espaço da calçada que permanece disponível. Pedestres relatam dificuldade para circular pelo trecho. “Fica ruim de passar por aqui. Dificuldade para andar”, contou uma mulher que passava pelo local. A situação também atingiu trabalhadores que ocupavam o espaço próximo ao prédio. O vendedor ambulante Vander Soares trabalha em frente ao imóvel e passou a utilizar o tapume para expor parte dos produtos. “A gente não tem espaço mais para trabalhar”, afirma. Prédio desabou em julho Parte do edifício desabou em 6 de julho. No imóvel funcionavam uma loja de maquiagem e, no segundo andar, um depósito. Desde então, a Segbel mantém medidas de interdição e organização do trânsito na área. Segundo o órgão municipal, as restrições são necessárias enquanto houver risco para pedestres e condutores. A reportagem procurou o Iphan e o Corpo de Bombeiros para saber sobre a situação do imóvel e as condições necessárias para a liberação da via, mas não havia recebido resposta até a última atualização desta reportagem. Parte de prédio desaba no Comércio em Belém ✅ Siga o canal do g1 Pará no WhatsApp VÍDEOS com as principais notícias do Pará Acesse outras notícias do estado no g1 Pará.